Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
chega de comentário.
por hora. de repente um dia ele volta.
mas agora quem não quiser ficar mudo, sabe onde falar.
e-mail, MSN, orkut, multiply, last.fm, outro blog, telefone, celular, endereço residencial, comercial, endereço da mãe, ou numa dessas tantas ruas de são-paulo-do-tempo-quente-e-das-chuvas-mais-gostosas-do-mundo.
isso aqui precisa de 1 minuto de silêncio.
façamos.
acho que quando envelhecer vou ficar parecida com Adélia Prado...
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza
e ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos - dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade da alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Com licença poética
... alguém que já me fez feliz um desses dias ensolarados disse isso e minha felicidade recente e discreta cresceu ainda mais.
Sabe aquelas pessoas que tombam na vida da gente, por acaso? A vizinha recém-separada e amiga da amiga da adolescência. Piratininga na Vila Madalena, ao som de piano e sax, uma noite antes do show do Chico Buarque. Conversa vai e conversa vem e a tal menina não fica quieta um só minuto. Faz um coquetel de frutas durar a noite inteira com o auxílio de um canudinho, e toma a bebida como se fazendo uso da homeopatia. Em contrapartida é tão recheada de bom humor e referências tão próximas às minhas que foi impossível olhá-la com algum tipo de repulsa. Isso faz 3 meses. 3 meses de uma amizade que fluiu tão bem desde o início, que teve como primeira impressão uma empatia de cara, que por si só a amizade foi abrindo as portas para que surgissem coisas difíceis de se conquistar, como confiança, preocupação, carinho, carinho, carinho...
Essa moça que afirma aos quatro cantos sempre que sou sua amiga mais mudérna, completa 29 anos de idade hoje. Se ela nunca me incomodou? Já, e por várias vezes. Quando ela força a barra na frente de todo mundo querendo parecer mais interessante do que ela já é - se tornando quase um exagero estranho ou um poço vivo de insegurança, sem disfarçar a carência absurda nas entranhas. Quando insiste em me contar o quanto acha o meu marido bonito quando está à sombra e interessante e interessante. Quando não insiste e me dá um esporro pra que eu não dê mais um bolo na balada ou no evento que fiquei de ir com ela. É a moça da qual Nara gosta, é a dona do Bidu - um West branquinho e amigo que Nara e eu amamos. É a dos retiros, dos eventos, dos sorrisos e das desculpas da minha vida.
E eu gosto, apesar de todo o exagero. E por conta dele também.
É densa e não tem medo de ser chata ou de quebrar a cara na próxima esquina, ou na próxima amizade. Se envolve, se abre, escancara, conta tudo e mais um pouco. É esquisita pra cacete. Tem dias que desconfio e ela e sua amizade me causam um certo medinho. Mas eu topo ainda assim, ainda correndo riscos, alimentar ainda mais essa amizade. Porque gosto muito de tu, sua Francineide Maria companheira de tardes nos parques e teorias sobre casamentos e outras relações que (não) dão certo...
Querem acabar comigo, Roberto ou: diretamente do inferno astral de Tatit...
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Querem acabar comigo
Isso eu não vou deixar
Me abrace assim, me olhe assim
Não vá ficar, longe de mim
Pois enquanto eu tiver você comigo
Sou mais forte para mim não há perigo
Você está aqui, e eu estou também
E com você eu não temo ninguém
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Pois enquanto eu tiver você comigo
Sou mais forte para mim não há perigo
Você sabe bem de onde eu venho
E no coração o que eu tenho
Tenho muito amor que é só o que interessa
Fique sempre aqui pois a verdade é essa
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Querem acabar comigo
Isso eu não vou deixar
Me abrace assim, me olhe assim
Não vá ficar longe de mim
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
E apesar do meu trauma de infância, por conta do Especial do Rei TODOS-OS-ANOS pontualmente às 21h30 na noite de 29 de Dezembro na Rede Globo de televisão, eu amo Roberto.
Pra quem quer me presentear e não sabe o que dar no meu aniversário de 27 anos. Putaquepariu. 27 anos de idade. Já me sinto uma idosa, praticamente. Já já chega - é no próximo dia 29. E terá festa aqui em casa. Na sexta-feira mesmo.
* Samambaia
* Mochila (sim, estou sem mochila e uso pelo menos 1 vez na semana a do Hugo)
* Meu perfume de sempre
* Adornos de cabelo. De cabelo curto. Faixas, presilhas. De cor(es) bonita(s), lilás, verde, laranja, vermelho
* Dalton Trevisan: Capitu sou eu * Caio Fernando Abreu: Pequenas Epifanias * Marcelo Mirisola: Bangalô * Ana C.: Inéditos e Dispersos
E um montão de beijos. De um montão de bocas.
E um montão de abraços bem apertados.
"Por que Joana apareceu em minha vida? Disse que iríamos ter filhos, fazer compras no supermercado juntos, ela ia ser minha mulherzinha e eu a protegeria nos dias mais tristes, ela me fez acreditar em dias de chuva."
Porque eu gosto tanto tanto da literatura de Marcelo Mirisola. E um pouco mais a cada livro que leio.