Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
Isso aqui tá parecendo eu por dentro.
Nada respira por muito tempo.
Um post atrás do outro que ninguém vai ler ou comentar.
Um sentimento atrás do outro. Uma confusão infernal que ninguém vai entender.
E daí? Tô em casa, apoio os pés na mesa sem medo. Tomo banho de porta aberta. Desafino no chuveiro. Trepo na cozinha, em cima da pia. Durmo no sofá. Esqueço as chaves. Deixo a janela aberta. Ouço Rolling Stones, Alceu Valença, Cowboy Junkies, Etta James, Pink Martini e Paulinho da Viola. Nessa ordem e no mesmo máximo volume. Se os vizinhos estranham? Acho que sim. E tudo bem. Ou faz de conta.
Amor que vai, amor que vem
Amor foge e vai embora
Amor que leva seus teréns
Pra não ter motivo de voltar
Amor que vai
Num cavalo alado chamado brisa
Amor que vem
Num galope rasgado na beira-mar
Amor maltrata, deseja
Amor comendo a maçã
Amor é pura incerteza
O que será amanhã?
porque não dá. porque o coração fica pequeno de tanto amor. o amor transborda e a gente fica querendo pegar o que escorre com as mãos. fica querendo segurar cada gota. colocar de volta pra dentro. e dá um desespero.
p.s.: esse post foi feito quase em parceria com a quase-cearense que eu mais amo. via msn.
Meu pé de romã ganhou uma nova dona. Sexo feminino. Maria para Maria.
Não dou conta de pé de romã, descobri. Elas gostam mais de frio, ambientes com menos movimento e claridade solar.
A minha pimenteira em bonsai é bem o oposto. Acostuma-se mais rapidamente comigo. Se adapta aos climas. Todos eles. Não são todas as plantas que têm essa facilidade. As frutas são pequenas, constantes e trifásicas, tricolores. Gosta de ar, sol, chuva, frio. Sofre alterações físicas, mas não chega ser ameaça de morte.
Constância, Maria, constância. É disso que preciso.
Pessoas que você não quer atender, mesmo quando estão à sua porta e sabem que você está lá dentro. Pessoas queridas que você gostaria muito de ver - mas não sábado à tarde em meio a uma mini-faxina em casa. Pessoas que você não gosta e, sabe lá Deus o motivo, gostam de você. Pessoas que você gosta muito - e não podia gostar tanto assim - e por isso não quer mas precisa evitar a qualquer preço.
Essas situações estão acontecendo com uma certa freqüência em minha vida e tudo o que eu queria era ter no bolso um sinal de ocupado, aquele tu-tu-tu-tu-tu, rápido e seco. Determinante e que não carece explicações urgentes.
Recebi de uma amiga um email com um daqueles joguinhos "não tô tão bem com a minha auto-estima e quero que me joguem confetes", pedindo para que a resumissem numa só palavra. Respondi pra amiga "sedutora" e mesmo com um pouco de vergonha, mandei o mesmo email pra toda minha lista de amigos. Porque eu não tô tão bem com a minha auto-estima e quero que me joguem confetes. E daí?
Só um único adjetivo se repete. Foi o primeiro que surgiu e apareceu por mais 4 vezes! Por que será?
Mas o que mais gostei foi o incomparável. Porque nada pode se comparar. Subjetivo e ambíguo demais, mas com certeza o mais adorável, esse adjetivo.
E ela foi de tal forma que despertou interesses. Quase paixões. Quase se apaixonou por si própria. Se deparou novamente com seu talento natural. Ela sabe improvisar, sempre soube. E deu tantas voltas em torno de si mesma que acabou perdendo de vista o foco inicial. Que era ele e não ela.
Porque é necessário mudar. De roupa, de casa, de carro, de trabalho, de cidade, de país, de preocupação, de motivação, de inspiração, de paixão, e por que não - de cabelo. Mesmo que ele fique tão curtinho e mais curtinho do que o do próprio marido. Mesmo que seja um quase-João. Mesmo que fique com cara de criança. Mesmo que as pessoas estranhem de cara e só depois de 5 minutos olhando, falem: "ficou uma graça." Aliás, eu adoro esse adjetivo. E estou feliz com meu cabelim curtim.
7 heures du matin na versão retrô e moderninha de Mareva Galanter. Porque não tem nada mais pertinente para uma manhã de segunda-feira. E o clipe é todo ótimo.