wO Equilibrista pela Bêbada

Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.


wA Bêbada pelo Equilibrista

A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.





wNos churrascos de domingo...

Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.

100 Sal
Allons, Enfants!
Arquétipos de Massa
Art.manha
Assumo os Pecados
Atrás da Orelha
Bolha de Sabão
Cada um dá o que tem
Caderno de Sonhos
Cardiotopia
Cartas a Algema
Comédias da Vida Gelada
Crazy Hair Weird Feelings
De onde pra onde?
Discoteca Básica
Eloqüência
Entorpecido
Erros de Semântica
Eu e o Poeta
Exagero Descontrol
Garatuja
Jesus, me chicoteia!
Jornaleco!
Just in Time
Limão Azedo
Mafalda Crescida
Malvados
Maquiagem e Morfina
Marcelo Masili
Maré
No Eating
Ouvido Penico
Perto do Coração Selvagem
Pink Synthetic Pearl
Placebos
Playground
Rosa Choque
Silenzio
Tá ruim mas tá bão
Usina de Desutilezas
Zero Absoluto



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wVasculhe o baú do casal

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wQuarta-feira, Setembro 27, 2006


Domingo, dia de eleição

Eu gosto muito desse dia, adoro votar!
Gosto do semi-silêncio dos mesários, é como ir cortar o cabelo naquele barbeiro que não pergunta para que time você torce, ou o taxista que não faz nenhum comentário sobre o tempo. Gosto do silêncio das pessoas que não conheço.
Gosto também de apertar os números na urna, assim como gostava de assinalar os números na cédula de papel. Adoraria ter uma urna em casa ou no trabalho, ou um lugar para votar sempre que quisesse. "Silêncio, por favor, eu vou votar."

Acho que aprendi desde de cedo com minha mãe, emedebista do fã-clube do Doutor Ulisses, a gostar de exercer minha parte na democracia. Não me lembro bem dos anos da ditadura e do voto indireto, dos governadores e prefeitos biônicos, coisas que só aprendi nos livros fora da escola. Lembro-me sim de todas as bandeiras que defendi desde que me tornei um ser político - ou politizado. Lembro-me do meu inconformismo com as desigualdades sociais, das campanhas do Lula em 90 e 94. Do asco que criei da política à moda antiga, dos ACMs, coronéis, dos Malufs, do neo-liberalismo, da corja de tucanos que voam como urubus em torno da cova, ou Covas, do maior dos pelegos de um partido que como ouvi outro dia, faz campanha como MDB e governa como ARENA e com a ARENA. Vale lembrar neste ponto, aos menos observadores que votaram no PSDB para governo e prefeitura de São Paulo - Partido oriundo do antigo MDB - que hoje somos governados pelos vices de um tal de PFL - que já foi conhecido como ARENA. Esse golpe é bem antigo no Brasil, Sarney que era também da ARENA, virou PFL e foi entregue embrulhado no pacote Tancredo Herói do Brasil - MDB. Tancredo que se estivesse vivo estaria no ninho tucano, o que não seria nenhuma surpresa de um ex-ministro da ditadura.

E aproveito pra falar aqui sobre o meu prazer em ver um semi-analfabeto, metalúrgico, nordestino, Presidente do Brasil. Do prazer em ver a elite espernear com esse horror, o prazer em ver a Globo, o Grupo Abril, os jornalões, tentarem com toda força afundar o Lula na lama e ele continuar incrivelmente popular.
Ontem mesmo ao final do debate da Globo. Primeira notícia: Escândalo do Dossiê. Uma linha editorial franca e descaradamente manipuladora.
Mas, todavia, contudo, não se pode relevar o modo como o PT conduziu seus 4 anos de mandato. Não se pode relevar o meios usados, o fato do partido ter se igualado aos demais, de ter jogado a história no lugar comum. Não se pode achar que os fins justificam os meios. Agora, será mesmo isso uma surpresa? Será que não era possível se prever esse destino do Partido dos Trabalhadores no momento em que ele desistiu da luta e rosolveu fazer a política à moda antiga? Não se podia prever pelas coligações, alianças e propostas econômicas?
Fico à vontade em dizer que nada disso é surpresa para mim. Mas oras, então por que votei no PT já sabendo e por que irei novamente votar 13 nesta eleição?
Uma vez me perguntaram se eu era petista, eu respondi: "Não, não sou petista, estou petista."
Eu sempre votei no PT, porque na minha opinião o PT no poder seria e foi a única forma de surgir com força uma nova força de esquerda socialista de verdade que poderia, esta sim, mudar o Brasil.

Hoje vemos surgir uma Heloísa Helena, um Christovam Buarque, vemos outras opções crescendo como o Gabeira - e se posso aqui profetizar Aldo Rebelo (e todo o PC do B) será o próximo a se afastar do PT.
A fragmentação do PT é tão boa para o Brasil como foi a fragmentação do MDB que já foi o lar de pessoas tão diferentes como o Suplicy e o FHC.
Mas então a solução é votar no PSOL? Infelizmente não. O PSOL ainda não tem força política para chegar a um segundo turno, vale a pena votar em sua legenda o máximo possível, assim como na legenda do PV 43, ou do PDT 12 e do PCdoB 65. Partidos estes, que daqui 4 anos - quando o PT estiver morto - serão de suma importância para o Brasil.
Mas para presidente o buraco é mais embaixo, temos ainda um fantasma a afastar. Alckimin, já deixou claro ser um homem que defende a tradição, a família e a propriedade. Esse homem me dá medo. Mais do que isso, dar o retorno aos partidos do passado significa assinarmos uma carta de fracasso da esquerda no poder. Significa que o socialismo falhou, que políticas sociais geram corrupção, que o melhor mesmo é voltarmos ao velho jeito liberal, entregue ao capital estrangeiro "que sempre deu certo no Brasil". Sejamos realistas, a eleição presidencial deste ano está polarizada e apenas dois candidatos têm chances reais de chegar lá.

Voto 13, voto Lula - afastando assim a possibilidade do retorno do poder federal aos velhos políticos já no primeiro turno. E só assim em 2008 terei partidos de oposição para votar.

Disse o Equilibrista em 22:54


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wSegunda-feira, Setembro 25, 2006


segunda-feira (ou Festival de Horrores)

Sabe aquela noite que você faz o serviço completo só para economizar muitos minutos da manhã seguinte? Toma banho, seca o cabelo, passa creme (e não óleo) no corpo e já dorme quase na posição de ir trabalhar, só faltando pegar a bolsa e se enfiar numa roupa mais adequada? Então, domingo vivi isso aí já prevendo acordar atrasada (sim, isso tem sido uma constante!) ou muito em cima da hora. Apaguei as luzes, abaixei as persianas, me estiquei na cama embaixo de 2 edredons e 1 cobertor e em menos de 5 segundos estava eu lá, mortinha.
Acordo. O relógio vermelho ainda não tinha gritado. Espremo um pouco mais os olhos e consigo enxergar. 06h. Uau! Dei um sorriso preguiçoso e pensei "dia de sorte!" Daria para organizar aquelas coisas que não servem mais pra Nara e eu sempre fico de levar para a filha da menina que trabalha comigo. Daria até pra procurar com paciência uma sacolona grande e levar a bicicleta... Daria para assar uns pães de queijo e fazer um café gostoso ouvindo o cd do Dick Dale. Seria uma manhã fantástica!!! Até calibraria os pneus, colocaria água no carro e sorriria para o frentista, simpática e com o humor ótimo. Seria tão gostoso esse meu dia à la Amélie Poulain.
Abro os olhos e o sonho acabou. 07h30m: A hora do pesadelo.
Péssimo humor. Meia sem par, blusa meio amassada, cadê AQUELA calça porra?, tudo bem - eu passo lápis no carro, tudo bem - eu escovo os dentes assim que chegar lá às 08h., a Bandeirantes está uma bosta, vamos pela Santa Cruz, que merda que esse ônibus tá fazendo?, esse cara tá louco? meu querido, eu estou aqui, cê não consegue me ver, oiiiii? PORRA-VOCÊ-NÃO-ESTÁ-ME-VENDO-SEU-IMBECIL?

- 1º momento auge do dia. Resultado: um amassado na lateral direita, uns esfolados feios e uns riscos verdes consideráveis de tinta de ônibus.

Nem esbravejei muito com o motorista, estava atrasada. 08h40m: Start no dia de trabalho e em todas as relações que dele se cria. Tudo lindo.
Até ter duas ligações:
* Mil coisas inúteis chegando às 16h. de hoje. Mais uma cama. Mais caixas e caixas de papelão (eu não agüento mais essa paisagem)
* A segunda, um pouco pior. "oi, a Nara caiu da casa da árvore, rasgou a calça, se machucou e esfolou um pouco, mas está melhor" Casa da árvore? Rasgou a calça? Esfolou mas está melhor? Cadê minha filha? Eu quero falar com ela, putaquepariu!

(não... esse ainda não é o momento auge 2)

Saí do Brooklin, rumo a Alecrim Dourado. Agora sim Bandeirantes, mas não com menos trânsito. Já é tão tarde, preciso pegar minha menininha, preciso comprar meu Rescue, preciso resolver rápido a questão do convênio médico da Nara, preciso ir no cinema assistir aquele filme, preciso...BUM! Que merda é essa? Por um milésimo de segundo imaginei ter perdido a porta do meu lado, ou o retrovisor e só uma partezinha da porta, sei lá. Olho para o lado e levo um puta susto: vejo um rosto espatifado e escorrendo pelo vidro (que graçasadeus não abre!) Abro a porta com um aperto no peito, sem entender o que aconteceu - eu estava PARADA no trânsito. Pergunto se quer ir para o hospital mais próximo, se quer parar um pouco ali, perguntei qualquer coisa. O moço pede desculpas e diz que está com muito sono, que não anda dormindo direito. Ofereço um comprimido de guaraná, ele diz não ter água ali. Estranhei.

- voilà: 2º momento auge. Resultado: uma Bêbada mais confusa ainda e sedenta pra achar uma farmácia pra comprar o Prozac que há meses acabou.

Nara sã e salva. Família em casa. Casa entulhada. Dessa vez não veio baratas cearenses, olha que maravilha! Tudo feliz, certo? Sim, até a menininha de 4 anos cobrar o saco de maçã da Mônica que a mãe desnaturada prometeu há 3 dias... A mãe desnaturada vai ao mercado comprar as maçãs e outras coisas. Coisa rápida: maçãs, uns congelados e c'est fini.

Carrinho com as sacolinhas, boa noite, bom trabalho... Revira os bolsos da calça, revira a bolsa, revira as sacolas plásticas. Cadê a chave do carro, porra? Que merda tá fazendo esse Paracetamol no bolso de trás da calça? Esse bolso é o que eu ponho a chave sempre que saio da porra do carro... Só consegue pensar: Alguém me tira desse filme por favor!? Cansou de brincar de noite do terror do playcenter. Chega por hoje, já tá bom.
Pede ajuda. Moço, eu tenho certeza que não coloquei em nenhuma gôndola... a chave estava nesse bolso, é nele que eu ponho a chave sempre que saio da porra do carro...
Enfim, a Bêbada aqui que vos relata essa seqüência estúpida de coisas que não deram certo, conseguiu perder num dos corredores de um lugar chamado A Chocolândia o chaveiro que segura a chave do carro, todas as chaves de casa e as chaves da casa da mãe também.
Vamos nós andar corredor por corredor, eu e alguns funcionários dA Chocolândia - um anão entre eles - (qualquer semelhança com alguma cena da Fantástica Fábrica de Chocolate é mera coincidência), antes, claro, de contaminar a mocinha com o desespero e ela anunciar no microfone que se perdeu a chave de um corsa prata, e que quem achasse deveria entregá-la na Central de Atendimento ao Cliente.
Ouvi aquilo e corri para o estacionamento. Fiquei ali, sentada em cima do carro. Liguei para o Sr. Equilibrista pedindo que levasse a 2º chave. Ataque de riso do lado de lá. Do de cá também. E num final estúpido combinando com todo o resto do dia, a mocinha desesperada e o moço equilibrado me encontraram na mesma hora, ambos com as chaves nas mãos, como num final de filme B.

- os 3 estão cansados e dão risada, só pra finalizar o 3° momento auge.

The End.

Disse A Bêbada em 23:15


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wSexta-feira, Setembro 22, 2006


Miopia
Porque encontrei essa imagem maravilhosa por aí e ela me tocou tanto, me emocionou tanto...

Um charme. Se fosse gosto e cheiro, seria manga-rosa. Madura. Pra não amargar no fim. Mas é ela, desconfio que bêbada, escondendo um sorriso. E algo mais. É que seus cabelos meio curtos meio molhados, postos sobre o rosto não me deixam ter certeza se também morde o lábio.
Não faz tempo, quase se deixou derramar no asfalto marcado pelas luzes alaranjadas de mercúrio, a ansiedade de encontrá-la justamente assim. Leve, lasciva, mordiscando a própria carne. Com reticências e tudo no final...
Como se a urgência de vê-la fosse dona de uma forma exata, um estado, e pudesse fugir das minhas mãos, exalando pela cidade o cheiro que me desarma e ela bem sabe onde guardá-lo.


Lúdica. Uma menina ainda. Brincando. Experimentando sensações. Uma cor pra cada uma. Um gosto pra cada gesto. Rasgando em pedacinhos miúdos as memórias de quem baldeou tempos e tempos, impaciente com os caprichos do acaso.
O mesmo acaso que a fez pousar aqui. Com asas doces, braços-ninho confortáveis, quentes, quase maternos.
E vão caindo, uma a uma as coisas que a cobrem. Silêncio. A única garrafa num canto da sala. Gosta? Sempre. Sempre não é medida. Sempre dispensa medidas.
E esqueça de uma vez por todas os óculos, faz favor.

Disse A Bêbada em 22:06


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wDomingo, Setembro 17, 2006


Falta só mais uminha alegria na minha vida

Eu preciso de um cachorro. Peludo. Carente. Contente. Ranzinza. Ah sim, fêmea. Pra dar nome bonito.
Aviso aos navegantes que estou aceitando cachorro de presente. Alguém aí tem um filhote de schnauzer sobrando?

Disse A Bêbada em 14:17


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wTerça-feira, Setembro 12, 2006


Pretérito Perfeito Composto

Estou vivendo uma fase muito boa no que diz respeito a amizades. Às vezes falta sorte, porque mesmo que você procure, vasculhe, se esfoce pra encontrar pessoas bacanas e apaixonantes, elas não aparecem. E não é o que tem acontecido comigo de um tempo pra cá. De reencontrar e reatar a amizade com as melhores amigas do ginásio - com as quais briguei feio na época e nunca mais nos vimos, passando por "descobertas" de grandes afinidades com pessoas que sempre estiveram por perto e nunca nos demos a oportunidade da troca, e por fim, novas pessoas que foram surgindo despretensiosamente e que se tornam mais especiais em minha vida a cada dia que passa...
Quanto aos queridos de sempre, que têm moradia certa no meu coração e que às vezes passam fases mais quietinhos, os guardo como meus livros preferidos, numa estante bonita protegida por vidro, para evitar o pó e sempre estarem ao alcance dos meus olhos, para admirá-los sempre que sentir saudade ou quando surgir a vontade absurda de dizer eu te amo.
E tudo o que eu desejo hoje é que essa fase continue sendo pretérito, mas de ação contínua, pra sempre.

Disse A Bêbada em 11:07


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palpiteiros já meteram a colher


wSegunda-feira, Setembro 11, 2006


Da série diálogos insanos

Parte 1: 7h20 - indo para o trabalho

Bêbada: Ah, você às vezes é tão prepotente, presunçoso, pretensioso, preguiçoso...

Equilibrista: Sou mesmo, sou PREpotente, PREsunçoso, PREtensioso, PREguiçoso. E PREdicativo do sujeito. Aliás, a gente podia começar a chamar as pessoas assim! O que você acha? Fulano é mesmo um adjunto adnominal, Sicrano é um verbo intransitivo...E por falar nisso, tem uma coisa que há tempos eu queria te dizer: você é o próprio advérbio.

Bêbada: Pode parar, ninguém é verbo intransitivo..

Equilibrista: Poxa... Eu estava gostando tanto de ser predicativo do sujeito...


Parte 2: 19h00 - voltando para casa

Bêbada: Como assim? O que você quis dizer com "você é o próprio advérbio"? E por que você demorou 6 anos pra me dizer que sempre me achou advérbio? Hein? Hein? Fala...

Equilibrista: !


Disse o Equilibrista em 21:16


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wSexta-feira, Setembro 08, 2006



Boa noite, John Boy!

Será que eu consigo acordar só no domingo de manhã? Como é que eu faço para o corpo não doer na cama depois das primeiras 12 horas de sono e preguiça?

Disse A Bêbada em 18:38


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wQuarta-feira, Setembro 06, 2006


Das minhas olheiras

há umas boas 6 semanas que não sei o que é sono decente.
* horário ainda indefinido no trabalho: num dia trabalho muito, no outro muito mais. 6, 8 ou 12 horas... qual é a diferença?
* carro quebrado. "pequenas" viagens diárias de ônibus. Pinheiros - Ipiranga. ída e volta. o caminho é longo e a estrada não é nada deserta. só de ônibus podemos subtrair 4 horas perdidas de sono por dia.
* ônibus combina com a minha leitura atrasada dos últimos exemplares de Caros Amigos que chegam mensalmente em casa. combinaria, se isso não me causasse dores de cabeça por conta do sacolejar do ônibus somado a minha miopia (ou minha falta de óculos).
* compromissos de uma mãe atuante na escola de sua filha. reuniões e elaboração de textos sobre o que a comissão quer propôr.
* administração do surto de falta de educação e teimosia da filha (cadê meu Rescue???)
* Hugo em campanha política. um dia chega às 20h, no outro chega às 2h da manhã e em outros nem chega.
* Nara que insiste em fazer a cama de casal comportar 3 travesseiros na horizontal. nas noites com a temperatura superior a 10ºC eu me proponho a levá-la de volta ao seu quarto, colocá-la em sua cama e esperar que durma novamente, se precisar até uma historinha rola. mas nesse frio que tem feito esses dias sair debaixo de 2 edredons e 2 cobertores no meio da madrugada gelada é tarefa impossível.
* fortes emoções: viagem à Campinas com carro recém tirado da oficina mecânica e fazendo barulhos estranhos. ginecologista maluco. dúvida: gravidez ou não-gravidez? falta de controle de datas de menstruação. alarme falso. Alice, irmã de Nara, não nascerá em 2007. ufa!
* bebedeira boa e divertida pra comemorar a não-gravidez. Chico Buarque ao vivo, em carne e osso, cantando maravilhas como As Vitrines. mais bebedeiras.
* rodízio de carro. o que é isso mesmo? cara de assustada ao ver o homenzinho de amarelo da CET: "Hoje é TERÇA???"

olheiras pra quê as quero.

Disse A Bêbada em 10:33


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wDomingo, Setembro 03, 2006


Mil perdões

Te perdôo
Por fazeres mil perguntas
Que em vidas que andam juntas, ninguém faz
Te perdôo
Por pedires perdão, por me amares demais

Te perdôo
Te perdôo por ligares
Pra todos os lugares de onde eu vim
Te perdôo
Por ergueres a mão, por bateres em mim

Te perdôo
Quando anseio pelo instante de sair
E rodar exuberante e me perder de ti
Te perdôo
Por quereres me ver
Aprendendo a mentir (te mentir, te mentir)

Te perdôo
Por contares minhas horas, nas minhas demoras por aí
Te perdôo
Te perdôo porque choras
Quando eu choro de rir
Te perdôo por te trair


Porque o último sábado ficou para a história. Porque o show do Chico é qualquer coisa de muito maravilhoso. Porque eu chorei, me emocionei, me encantei. Porque eu tenho amigos fantásticos. Porque Sheila é minha querida e a sensação que fica é a mesma, sempre: a de querer ficar mais uma horinha, tomar mais uma cerveja, fazer mais uma confidência.

Disse A Bêbada em 12:41


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher