Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
Era o segundo dia em que, após certo tempo de silêncio, a via ali. Era o dia vinte e dois. Quis saber sobre seu aniversário. A resposta foi feliz. Boa foi a réplica. E a conversa seguiu assim. "Amanhã é vinte e trêees, são oito dias para o fim do mês..." Ela teria completado a canção dizendo que faltam oito semanas para o fim da ausência, oito meses para acabar todo o tormento que é a paixão, oito anos para se apagar da memória a falta de elevador daqueles muitos degraus de escada. Neste segundo dia percebeu-se que havia sim disposição de sobra para a espera. E nenhuma, nenhuminha para o sofrer. Talvez a conversa que desejara ter nunca ocorra, mas o nunca tem uma proporção grande demais para a realidade e o que importa de fato é o agora. E agora tudo lhe é espera, ganhou com o encontro um humor de Amélie Poulain e canta sem parar "... au son des banjos je l'ai reconnue, ce curieux sourire qui m'avait tant plu, sa voix si fatale, son beau visage pâle, m'émurent plus que jamais..." Ah, mas que vontade de ser Jeanne Moreau! E o cabelo atual ganha um peso de fardo. Decide se livrar dele. Mais uma vez. Nova motivação, novo sentimento, nova emoção. Sempre que surge uma mudança interna sente necessidade de mudar o que está por fora. Cabelo, roupa, sapato, make up, sorriso, olhar. Ansiedade em pessoa, é incapaz de esperar ao menos o primeiro dia de lua crescente. Corta longos centímetros de suas madeixas em plena lua cheia. Pensa em escrever aqule email, mas anda tão preguiçosa para os contatos virtuais não-imediatos que o blablablá acabará ficando para mais tarde. Mês que vem. Ano que vem. Ou 2007... Quem sabe? Será num dia não-datado e nem se preocupa com isso. Agora a vida está lá fora e ela tem que partir. E parte mesmo. E não nos preocupemos, porque ela vai, sempre, mas quando menos se espera está trazendo de volta aquele sorriso fácil e enorme.
Mesmo ruins somos bons... Será? Será? Duvido.
Eu e o Equilibrista temos andado tão desanimados e desmotivados a atualizar de forma criativa este réles espaço que, de repente, novas visitas e possibilidades de novos contatos nos dê novamente o ânimo necessário. Talvez.