Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
Quem é que sente falta de Franz Café tendo (por menos da metade do preço) delícias iguais ou melhores num ambiente agradabilíssimo que é o Santa Clara Café Orgânico?
A cada pessoa especial desse universo blogueiro que conhecemos pessoalmente é sempre um espanto.
É, eu sei, este post já foi escrito. E mais de uma vez, ainda por cima.
Nos últimos dias de São Paulo, tivemos o imenso prazer de conhecer o Fábio Costello, que chegou do Rio de Janeiro e ligou querendo nos encontrar. Pessoa mais do que linda. Aquele lá ultrapassa qualquer adjetivo bacana imaginável. O cara quase não existe. Talvez seja a pessoa mais inteligente que já conheci, e é absurda sua simplicidade. Na época não correspondemos por N motivos ao texto dele onde cita o nosso encontro, dentre os motivos, a preocupação e falta de tempo devido à nossa mudança.
E nos últimos minutos antes de sair da cidade ainda tivemos o prazer de conhecer o minimalista Márcio, o que foi um grande presente de despedida ao vir de Niterói para nos render um agradabilissímo café de fim de madrugada típicamente paulistano, com direito a frio, a Franz Café e Bella Paulista.
Chegamos aqui em Fortaleza quase sendo recepcionados com faixas de boas-vindas escritas com glitter pela Mari e pela Luana. Duas lindas que, assim como nós, são devotas do trash e que tem nos apresentando a cara mais bacana da cidade.
Elas estão nos introduzindo a uma imensa galeria de pessoas legais como o Mário, o Gabs, a Candice e o Davi que infelizmente ainda não tivemos a chance de conversar o quanto gostaríamos. Deram dicas de onde se comer muito bem por muito pouco. Me fizeram ficar viciada na Francina Lanches, que tem o salgado mais maravilhoso que já comi e é praticamente minha vizinha!!!
A Luana Couto (ou Luanona) é outra que gostaríamos de ver mais, sem contar no João Gabriel, que é O CARA GENTE BOA. Sabe, o cara gente boa? Então, é ele.
Depois falei inúmeras vezes com a Eduarda pelo telefone e nada de acertar uma data para o encontro. Finalmente aconteceu em tarde deliciosa onde, de quebra, ganhamos dela o presente de conhecer o Ítalo. Eduarda, também conhecida como Emera, é tudo que poderíamos esperar ao ler sua alma poética em seu Caderno de Sonhos, tenho certeza que iremos produzir muita coisa boa junto com essa moça por aqui.
E o Ítalo! O que é aquele homem? Não posso nem contar uma de suas aventuras por aqui, pois vão me achar mentirosa. Só para ter uma vaga idéia, ele trabalhou em Calcutá com a Madre Teresa, chegou lá de carona rodando o mundo todo e sendo até deportado de Israel!
Seu apartamento, que nos abrigou numa tarde inteira regada a muito vinho, é um sonho, a vista é monumental, tanto que inspirou o senhor meu marido a comentar que naquele final de tarde o céu arrebentava na areia.
Temos muita sorte de encontrar pessoas assim em nosso caminho, o que faz com que a saudade dos que ficaram mais distantes, não seja tão latente e dolorosa.
Enquanto minha senhora se entretinha com suas baratas voadoras, eu vinha a caminho de Fortaleza, conhecendo a festa de São João. Explico: No dia de nossa chegada fui logo enviado para um trabalho percorrendo outras cidades nordestinas.
Esta festa não existe no sul do Brasil e por aqui (na maioria das cidades) é até feriado. Equivale às festas juninas, mas com força e intensidade de um carnaval ou reveillon, muita cultura, material antropológico maravilhoso.
Quando a gente fala em sair de São Paulo sempre pesa o fato de deixar para trás todas as opções culturais que essa metrópole tem: museus, teatro, shows, música, exposições, mostras, eventos de todos os tipos. Nos acostumamos a chamar abundância e diversidade de riqueza cultural. Mas, tenho me impressionado muito com a cultura nordestina, São Paulo de Piratininga perdeu muito da sua raiz cultural, da verdadeira produção da terra, para ser uma grande vitrine da cultura do mundo. Conhecer a produção nordestina nos inodoros museus paulistanos, com suas paredes brancas e por traz de vidros e cúpulas acrílicas não faz bem para o estímulo criativo.
Me alegro ao ver bandas como a Mercado de Peixe, produzindo um som paulista de raiz e ao mesmo tempo moderno e de qualidade. É bom saber que também a minha terra produz cultura e não simplesmente embala e revende.
Estou ainda me ambientando a vida nordestina, para ser sincero, minha vida mudou muito pouco até agora. Mas tenho me divertindo muito com o cearês e como bom fanático pelo trash, claro que não passo sem a maravilhosa TV Diário, uma ode ao brega e ao catirobal.