wO Equilibrista pela Bêbada

Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.


wA Bêbada pelo Equilibrista

A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.





wNos churrascos de domingo...

Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.

100 Sal
Allons, Enfants!
Arquétipos de Massa
Art.manha
Assumo os Pecados
Atrás da Orelha
Bolha de Sabão
Cada um dá o que tem
Caderno de Sonhos
Cardiotopia
Cartas a Algema
Comédias da Vida Gelada
Crazy Hair Weird Feelings
De onde pra onde?
Discoteca Básica
Eloqüência
Entorpecido
Erros de Semântica
Eu e o Poeta
Exagero Descontrol
Garatuja
Jesus, me chicoteia!
Jornaleco!
Just in Time
Limão Azedo
Mafalda Crescida
Malvados
Maquiagem e Morfina
Marcelo Masili
Maré
No Eating
Ouvido Penico
Perto do Coração Selvagem
Pink Synthetic Pearl
Placebos
Playground
Rosa Choque
Silenzio
Tá ruim mas tá bão
Usina de Desutilezas
Zero Absoluto



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wVasculhe o baú do casal

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wQuinta-feira, Novembro 13, 2003


Assim é fácil manter-se apaixonado


Lullaby




Disse o Equilibrista em 00:09


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wTerça-feira, Novembro 11, 2003


Caipira Pirapora

Minha mãe é de Piracicaba, talvez eu tenha herdado dela algo do germe regional paulista. Não sou fã de sertanejo muito menos do romântico-brega que hoje é classificado como tal, mas tiro meu chapéu de palha para a banda Mercado de Peixe.
Eles fazem com a moda de viola o que a Nação Zumbi fez com o Maracatu.
Muita qualidade, boas guitarras, elementos eletrônicos e as tradicionais viola e poesia caipira. E o danado de bom é que disponibilizam seu som em MP3.
Confira as músicas no site www.mercadodepeixe.com destaque para música Brasil Novo.

P.S. Não tivemos tempo de atualizar como queríamos o mural, e dar mais informações sobre a festa, pois estamos com problemas de saúde na família sem possibilidade de dar atenção total ao blog. Queremos todos lá e é para levar galera para encher o lugar!
Ah! Estamos evitando falar sobre os tais problemas de saúde, portanto pedimos o favor de não pedirem maiores explicações no momento.

Disse o Equilibrista em 16:36


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wDomingo, Novembro 02, 2003


Durma com um barulho desse


Ela é do tempo do bob, é lá do Pina de Copacabana.
De tarde, na praia, o que ela gosta é de fumar e beijar seu noivo.


Disse o Equilibrista em 20:32


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher


wSábado, Novembro 01, 2003


Freddy, Jason e a garota do metrô

Sempre acreditei que todos os vilões do terror podem ser divididos em dois grupos: os canastrões e os monstros.
Bela Lugosi foi o pai dos vilões canastrões, grupo onde se reúne também nosso mestre de horror Zé do Caixão e Freddy Krueger, vilões com falas grandeloqüentes, caras, bocas e mãos. Já o grupo dos calados e sisudos monstros tem na cabeceira Boris Karloff, com múmias, Frankensteins e lobisomens, grupo também de Jason.
Assisti com o Cá à pré-estréia da batalha entre o canastrão Freddy e o monstro Jason e, eu, como adorador das sessões pipoca do horror dos anos 80, vibrei durante todo o filme com seus maravilhosos clichês.
Mas minha crença nos dois tipos de vilões caiu por terra nesta manhã. Me esqueci de filmes como Faces da Morte, onde o vilão é a própria vida, é a nossa disponibilidade de sangrar, de não deixar de ser carne, de viver.
Vi, no vagão onde eu estava, uma garota presa na porta do metrô sendo arrastada por alguns metros. A tal menina não quis se atrasar e achou que mesmo após o toque da campainha poderia entrar em tempo. Pois a vida não pode parar e ela insiste em viver. A porta fechou com seu corpo para fora e sua bolsa e braços para dentro. E o trem do metrô foi, ele sempre vai. Ela até poderia soltar a bolsa, quem sabe assim poderia ficar livre. Mas quem poderia culpá-la se é exatamente dentro da bolsa que está sua identidade? E não se poderia arriscar perdê-la, ainda mais numa manhã de sexta-feira em plena estação de metrô.
Alguns gritos ressoaram nos poucos segundos em que a menina foi arrastada, era a platéia desprevinida que tomava um susto.
Mas como existem vilões, existem mocinhos. E o mocinho do dia foi um senhor bem vestido. Quebrando com seu punho a trava da porta e salvando o dia.
A menina se salvou, algumas gotas de sangue molharam o piso do vagão. Era o punho do nosso herói que prontamente foi atendido com um band-aid.
O filme acaba bem, como sempre, mas é fácil ouvir as gargalhadas deste vilão nos mostrando que todo filme de horror tem sempre continuação.


Disse o Equilibrista em 00:09


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher