Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
Minha mãe é de Piracicaba, talvez eu tenha herdado dela algo do germe regional paulista. Não sou fã de sertanejo muito menos do romântico-brega que hoje é classificado como tal, mas tiro meu chapéu de palha para a banda Mercado de Peixe.
Eles fazem com a moda de viola o que a Nação Zumbi fez com o Maracatu.
Muita qualidade, boas guitarras, elementos eletrônicos e as tradicionais viola e poesia caipira. E o danado de bom é que disponibilizam seu som em MP3.
Confira as músicas no site www.mercadodepeixe.com destaque para música Brasil Novo.
P.S. Não tivemos tempo de atualizar como queríamos o mural, e dar mais informações sobre a festa, pois estamos com problemas de saúde na família sem possibilidade de dar atenção total ao blog. Queremos todos lá e é para levar galera para encher o lugar!
Ah! Estamos evitando falar sobre os tais problemas de saúde, portanto pedimos o favor de não pedirem maiores explicações no momento.
Sempre acreditei que todos os vilões do terror podem ser divididos em dois grupos: os canastrões e os monstros.
Bela Lugosi foi o pai dos vilões canastrões, grupo onde se reúne também nosso mestre de horror Zé do Caixão e Freddy Krueger, vilões com falas grandeloqüentes, caras, bocas e mãos. Já o grupo dos calados e sisudos monstros tem na cabeceira Boris Karloff, com múmias, Frankensteins e lobisomens, grupo também de Jason.
Assisti com o Cá à pré-estréia da batalha entre o canastrão Freddy e o monstro Jason e, eu, como adorador das sessões pipoca do horror dos anos 80, vibrei durante todo o filme com seus maravilhosos clichês.
Mas minha crença nos dois tipos de vilões caiu por terra nesta manhã. Me esqueci de filmes como Faces da Morte, onde o vilão é a própria vida, é a nossa disponibilidade de sangrar, de não deixar de ser carne, de viver.
Vi, no vagão onde eu estava, uma garota presa na porta do metrô sendo arrastada por alguns metros. A tal menina não quis se atrasar e achou que mesmo após o toque da campainha poderia entrar em tempo. Pois a vida não pode parar e ela insiste em viver. A porta fechou com seu corpo para fora e sua bolsa e braços para dentro. E o trem do metrô foi, ele sempre vai. Ela até poderia soltar a bolsa, quem sabe assim poderia ficar livre. Mas quem poderia culpá-la se é exatamente dentro da bolsa que está sua identidade? E não se poderia arriscar perdê-la, ainda mais numa manhã de sexta-feira em plena estação de metrô.
Alguns gritos ressoaram nos poucos segundos em que a menina foi arrastada, era a platéia desprevinida que tomava um susto.
Mas como existem vilões, existem mocinhos. E o mocinho do dia foi um senhor bem vestido. Quebrando com seu punho a trava da porta e salvando o dia.
A menina se salvou, algumas gotas de sangue molharam o piso do vagão. Era o punho do nosso herói que prontamente foi atendido com um band-aid.
O filme acaba bem, como sempre, mas é fácil ouvir as gargalhadas deste vilão nos mostrando que todo filme de horror tem sempre continuação.