wO Equilibrista pela Bêbada

Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.


wA Bêbada pelo Equilibrista

A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.





wNos churrascos de domingo...

Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.

100 Sal
Allons, Enfants!
Arquétipos de Massa
Art.manha
Assumo os Pecados
Atrás da Orelha
Bolha de Sabão
Cada um dá o que tem
Caderno de Sonhos
Cardiotopia
Cartas a Algema
Comédias da Vida Gelada
Crazy Hair Weird Feelings
De onde pra onde?
Discoteca Básica
Eloqüência
Entorpecido
Erros de Semântica
Eu e o Poeta
Exagero Descontrol
Garatuja
Jesus, me chicoteia!
Jornaleco!
Just in Time
Limão Azedo
Mafalda Crescida
Malvados
Maquiagem e Morfina
Marcelo Masili
Maré
No Eating
Ouvido Penico
Perto do Coração Selvagem
Pink Synthetic Pearl
Placebos
Playground
Rosa Choque
Silenzio
Tá ruim mas tá bão
Usina de Desutilezas
Zero Absoluto



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wVasculhe o baú do casal

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wDomingo, Fevereiro 16, 2003


Alta Fidelidade

Acabei de assistir ao filme Alta Fidelidade...
Não, não vou fazer uma crítica cinematográfica. Quero escrever um pouco sobre mim e de como um filme pouco ambicioso como esse pode fazer a gente se sentir bem.
É assim que estou agora, me sentindo bem.
Estou me sentindo bem em estar casado, me sentindo explicado (essa seria uma melhor definição).
Depois de tantas mulheres, tantas trepadas, depois que chegamos finalmente à conclusão que podemos comer quem quisermos e depois da sensação de ser invencível (pois mulher nenhuma é inalcançável), é difícil entender por que escolher uma.
Acho que esse filme me explicou. Explicação que eu já tinha, mas que não tinha ordenado em uma idéia com começo, meio e fim. Gosto disso. Sou muito desorganizado, mas gosto de ordem nos pensamentos.
A grande questão do filme é, de onde vem a necessidade de estar com alguém, por que alguém se torna especial na sua vida. Não na sua vida, mas na vida de um cara como eu, por exemplo, que já teve todas as mulheres que quis de todas as formas que quis. A grande resposta é poder relaxar, poder descansar, poder parar de ter que pensar tanto!
Quando passamos a vida querendo trepar com o maior número possível de mulheres, pensamos demais, criamos histórias demais, criamos personalidades demais, enfim vivemos de e na fantasia. Faz-me pensar na frase do Cacá Rosset, que li num livro do Mário Prata, de que tudo que um homem faz é com intuito de comer uma mulher.
Lembro-me de um curso de astrofísica que eu fiz, de livros que eu li, de filmes gregos que assisti, somente para me tornar mais interessante, para comer melhor (como o lobo mau).
Mas uma hora ou outra acaba cansando e aí você cai na real de que não leva a nada, ou melhor, leva sim, leva a um pódio onde o troféu não existe.
Hoje eu olho para o meu grande amor e sei que ela me ama, mesmo quando eu falo besteira, quando eu não leio Friedrich Nietzsche (inclusive quando peço que ela me ajude a escrever Friedrich Nietzsche), enfim, quando eu não a impressiono...
Amor faz falta, ainda mais deste tipo, o incondicional, o mesmo que sinto por ela com suas calcinhas de algodão, as mesmas que ficam penduradas no varal depois de já terem sido lavadas 25 mil vezes.
Amo seu pé sujo de andar pela casa, seu cabelo desarrumado ao acordar. Amo a nossa falta de preocupação.
Ela não é a mais linda, mais inteligente, mais legal, mais sexy, mais gostosa que já conheci, e não precisa ser. Ela é a mulher que eu amo e ponto.

Disse o Equilibrista em 23:23


Meta a colher!
palpiteiros já meteram a colher