Bem humorado, amigo, compreensivo ao extremo, Equilibrista é uma pessoa linda e ainda por cima trepa bem. Por baixo, nem tanto.
wA Bêbada pelo Equilibrista
A Bêbada é uma mulher romântica, instável, instável, instável, instável e de temperamento apaixonante.
wNos churrascos de domingo...
Tem gente que veio logo e tem gente que primeiro a gente foi lá e só depois que veio ver a gente. Tem gente que estava linkado no blog dessa gente, tem muita gente surpreendente. E vamos parando por aqui antes que surja gente com dor de dente.
Pourquoi donc vouloir à tout prix que je sois différente? Pourquoi me vouloir plus jolie ou plus intéressante? Regarde-moi bien! Ça n'est pas ma faute... Si je ne suis rien qu'une fille comme tant d'autres
Que Françoise Hardy da década de 60 é lindíssima ninguém pode negar. E ela cantando essa música é uma coisa querida. Eu poderia ter escrito essa letra - e acho que até já escrevi, várias vezes, não só uma.
Une fille comme tant d'autre é o que sou. Embora alguns discordem. Com nome e jeito e trejeitos um pouquinho diferentes. Mas no final, c'est comme ça: só mais uma na multidão.
acho que quando envelhecer vou ficar parecida com Adélia Prado...
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza
e ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos - dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade da alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Com licença poética
... alguém que já me fez feliz um desses dias ensolarados disse isso e minha felicidade recente e discreta cresceu ainda mais.
Sabe aquelas pessoas que tombam na vida da gente, por acaso? A vizinha recém-separada e amiga da amiga da adolescência. Piratininga na Vila Madalena, ao som de piano e sax, uma noite antes do show do Chico Buarque. Conversa vai e conversa vem e a tal menina não fica quieta um só minuto. Faz um coquetel de frutas durar a noite inteira com o auxílio de um canudinho, e toma a bebida como se fazendo uso da homeopatia. Em contrapartida é tão recheada de bom humor e referências tão próximas às minhas que foi impossível olhá-la com algum tipo de repulsa. Isso faz 3 meses. 3 meses de uma amizade que fluiu tão bem desde o início, que teve como primeira impressão uma empatia de cara, que por si só a amizade foi abrindo as portas para que surgissem coisas difíceis de se conquistar, como confiança, preocupação, carinho, carinho, carinho...
Essa moça que afirma aos quatro cantos sempre que sou sua amiga mais mudérna, completa 29 anos de idade hoje. Se ela nunca me incomodou? Já, e por várias vezes. Quando ela força a barra na frente de todo mundo querendo parecer mais interessante do que ela já é - se tornando quase um exagero estranho ou um poço vivo de insegurança, sem disfarçar a carência absurda nas entranhas. Quando insiste em me contar o quanto acha o meu marido bonito quando está à sombra e interessante e interessante. Quando não insiste e me dá um esporro pra que eu não dê mais um bolo na balada ou no evento que fiquei de ir com ela. É a moça da qual Nara gosta, é a dona do Bidu - um West branquinho e amigo que Nara e eu amamos. É a dos retiros, dos eventos, dos sorrisos e das desculpas da minha vida.
E eu gosto, apesar de todo o exagero. E por conta dele também.
É densa e não tem medo de ser chata ou de quebrar a cara na próxima esquina, ou na próxima amizade. Se envolve, se abre, escancara, conta tudo e mais um pouco. É esquisita pra cacete. Tem dias que desconfio e ela e sua amizade me causam um certo medinho. Mas eu topo ainda assim, ainda correndo riscos, alimentar ainda mais essa amizade. Porque gosto muito de tu, sua Francineide Maria companheira de tardes nos parques e teorias sobre casamentos e outras relações que (não) dão certo...
Querem acabar comigo, Roberto ou: diretamente do inferno astral de Tatit...
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Querem acabar comigo
Isso eu não vou deixar
Me abrace assim, me olhe assim
Não vá ficar, longe de mim
Pois enquanto eu tiver você comigo
Sou mais forte para mim não há perigo
Você está aqui, e eu estou também
E com você eu não temo ninguém
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Pois enquanto eu tiver você comigo
Sou mais forte para mim não há perigo
Você sabe bem de onde eu venho
E no coração o que eu tenho
Tenho muito amor que é só o que interessa
Fique sempre aqui pois a verdade é essa
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Enquanto eu tiver você aqui
Ninguém poderá me destruir
Querem acabar comigo
Isso eu não vou deixar
Me abrace assim, me olhe assim
Não vá ficar longe de mim
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
Querem acabar comigo
Nem eu mesmo sei porque
E apesar do meu trauma de infância, por conta do Especial do Rei TODOS-OS-ANOS pontualmente às 21h30 na noite de 29 de Dezembro na Rede Globo de televisão, eu amo Roberto.
Pra quem quer me presentear e não sabe o que dar no meu aniversário de 27 anos. Putaquepariu. 27 anos de idade. Já me sinto uma idosa, praticamente. Já já chega - é no próximo dia 29. E terá festa aqui em casa. Na sexta-feira mesmo.
* Samambaia
* Mochila (sim, estou sem mochila e uso pelo menos 1 vez na semana a do Hugo)
* Meu perfume de sempre
* Adornos de cabelo. De cabelo curto. Faixas, presilhas. De cor(es) bonita(s), lilás, verde, laranja, vermelho
* Dalton Trevisan: Capitu sou eu * Caio Fernando Abreu: Pequenas Epifanias * Marcelo Mirisola: Bangalô * Ana C.: Inéditos e Dispersos
E um montão de beijos. De um montão de bocas.
E um montão de abraços bem apertados.
"Por que Joana apareceu em minha vida? Disse que iríamos ter filhos, fazer compras no supermercado juntos, ela ia ser minha mulherzinha e eu a protegeria nos dias mais tristes, ela me fez acreditar em dias de chuva."
Porque eu gosto tanto tanto da literatura de Marcelo Mirisola. E um pouco mais a cada livro que leio.
Isso aqui tá parecendo eu por dentro.
Nada respira por muito tempo.
Um post atrás do outro que ninguém vai ler ou comentar.
Um sentimento atrás do outro. Uma confusão infernal que ninguém vai entender.
E daí? Tô em casa, apoio os pés na mesa sem medo. Tomo banho de porta aberta. Desafino no chuveiro. Trepo na cozinha, em cima da pia. Durmo no sofá. Esqueço as chaves. Deixo a janela aberta. Ouço Rolling Stones, Alceu Valença, Cowboy Junkies, Etta James, Pink Martini e Paulinho da Viola. Nessa ordem e no mesmo máximo volume. Se os vizinhos estranham? Acho que sim. E tudo bem. Ou faz de conta.
Amor que vai, amor que vem
Amor foge e vai embora
Amor que leva seus teréns
Pra não ter motivo de voltar
Amor que vai
Num cavalo alado chamado brisa
Amor que vem
Num galope rasgado na beira-mar
Amor maltrata, deseja
Amor comendo a maçã
Amor é pura incerteza
O que será amanhã?
porque não dá. porque o coração fica pequeno de tanto amor. o amor transborda e a gente fica querendo pegar o que escorre com as mãos. fica querendo segurar cada gota. colocar de volta pra dentro. e dá um desespero.
p.s.: esse post foi feito quase em parceria com a quase-cearense que eu mais amo. via msn.
Meu pé de romã ganhou uma nova dona. Sexo feminino. Maria para Maria.
Não dou conta de pé de romã, descobri. Elas gostam mais de frio, ambientes com menos movimento e claridade solar.
A minha pimenteira em bonsai é bem o oposto. Acostuma-se mais rapidamente comigo. Se adapta aos climas. Todos eles. Não são todas as plantas que têm essa facilidade. As frutas são pequenas, constantes e trifásicas, tricolores. Gosta de ar, sol, chuva, frio. Sofre alterações físicas, mas não chega ser ameaça de morte.
Constância, Maria, constância. É disso que preciso.
Pessoas que você não quer atender, mesmo quando estão à sua porta e sabem que você está lá dentro. Pessoas queridas que você gostaria muito de ver - mas não sábado à tarde em meio a uma mini-faxina em casa. Pessoas que você não gosta e, sabe lá Deus o motivo, gostam de você. Pessoas que você gosta muito - e não podia gostar tanto assim - e por isso não quer mas precisa evitar a qualquer preço.
Essas situações estão acontecendo com uma certa freqüência em minha vida e tudo o que eu queria era ter no bolso um sinal de ocupado, aquele tu-tu-tu-tu-tu, rápido e seco. Determinante e que não carece explicações urgentes.
Recebi de uma amiga um email com um daqueles joguinhos "não tô tão bem com a minha auto-estima e quero que me joguem confetes", pedindo para que a resumissem numa só palavra. Respondi pra amiga "sedutora" e mesmo com um pouco de vergonha, mandei o mesmo email pra toda minha lista de amigos. Porque eu não tô tão bem com a minha auto-estima e quero que me joguem confetes. E daí?
Só um único adjetivo se repete. Foi o primeiro que surgiu e apareceu por mais 4 vezes! Por que será?
Mas o que mais gostei foi o incomparável. Porque nada pode se comparar. Subjetivo e ambíguo demais, mas com certeza o mais adorável, esse adjetivo.